Atualmente, 47 famílias vivem na localidade, que ainda não possui regularização fundiária. Essa condição já as coloca em situação de vulnerabilidade social e institucional. Apesar disso, segundo relatos recebidos pelo gabinete do Coletivo, a empresa BRK Ambiental tem realizado reiterados cortes no serviço de abastecimento.
As denúncias foram encaminhadas ao Coletivo SOMOS acompanhadas de relatos, registros fotográficos e documentos que comprovam a interrupção do serviço e a situação de violação de direitos humanos básicos enfrentada pela comunidade.
Diante do quadro, o Coletivo requereu ao MPTO: a determinação imediata à BRK Ambiental para o restabelecimento integral do fornecimento de água às famílias afetadas; a abertura de procedimento investigatório para apurar possíveis responsabilidades administrativas, civis e penais da concessionária.
O covereador do Coletivo SOMOS, Ayrton Lopes esteve recentemente visitando a comunidade e verificou de perto a situação das famílias. “É inadmissível que famílias em situação de vulnerabilidade sejam privadas do acesso à água potável. O poder público e as concessionárias têm o dever de garantir esse acesso de forma contínua e humanizada”, ressaltou.












































