A ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, de 77 anos, está internada desde sexta-feira (21) em um hospital de Xangai, na China, após apresentar sintomas como pressão alta, tontura e vômito.
Dilma, que atualmente preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, está em recuperação no Shanghai East International Medical Center, onde seu quadro é considerado estável e com melhora contínua.
Dilma cancela agenda e desfalca reunião dos BRICS
A internação forçou Dilma a cancelar sua participação na reunião de ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais do BRICS, que acontece em Cape Town, na África do Sul.
O evento é um dos mais importantes do bloco econômico, e sua ausência foi notada entre os representantes dos países-membros.
Dilma vive na China há mais de um ano e meio, desde que assumiu a presidência do NDB em março de 2023. Seu mandato, inicialmente previsto para julho de 2025, foi negociado pelo governo brasileiro para que ela permaneça no cargo até 2030.
A partir de julho deste ano, Dilma passará a se reportar diretamente ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, já que o país assumirá a presidência rotativa do BRICS.
Preocupação e acompanhamento médico
Fontes médicas indicam que Dilma passou por exames detalhados, e os resultados afastaram preocupações sobre condições mais graves.
A expectativa é que Dilma receba alta na terça-feira (25).
Sua internação reacendeu debates sobre os desafios e a pressão na gestão do Banco dos BRICS, que busca consolidar-se como alternativa ao FMI e Banco Mundial.












































